domingo, 20 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Psicanálise de Freud- Aplicada em um paciente(Gandiu) por mim
E a criança peguntou o que é realidade?
E a criança perguntou posso tocar as coisas? O que é isso tudo, como pode isso tudo?
E a criança virou adolescente e respondeu: Perguntar o que é realidade, se eu toco as coisas, o que é isso tudo, como pode, só servem para produzir para o capitalismo e parecer inteligente, então produzamos.
No mesmo ano, a criança viu que parecia louco, e era isso que ele queria ser nem que isso tivesse que mover o capitalismo que ele odeia, e ainda ser rejeitado pela sociedade.
E por ser julgado louco sem ser, ouvia gritos e falava pouco porque ele queria falar pouco como os gênios e ainda não provocar nenhuma briga familiar, afinal ser inteligente como ele queria ser é o maior orgulho para uma família, mas se torna louco é repulsivo. Daí ele ouviu tantos gritos foi tão mal julgado, tão repulsivo pelo seus pensamentos que a criança que ele se tornara novamente pensou em se matar e se drogar para fugir dos problemas que ele fazia de tudo para não ter, que vivia para evitar os problemas familiares.
E com poucas palavras se matou dias depois com essas palavras em um papel próximo a ele: A culpa é sua pai.
E seus pensamentos de criança que poderia revolucionar o mundo virou repulsivo porque ele era estranho.
E assim toda a psicanálise se aplicou a ele e a psicologia, e calar a boca e obedecer e ser certo custou uma vida porque fazer o certo e não falar para ajudar aos outros se tornou rebeldia voltada para prazer impulsivo que ainda ele sorrir no caixão e não se arrepender de nada, há não ser se matar antes.
E a criança perguntou posso tocar as coisas? O que é isso tudo, como pode isso tudo?
E a criança virou adolescente e respondeu: Perguntar o que é realidade, se eu toco as coisas, o que é isso tudo, como pode, só servem para produzir para o capitalismo e parecer inteligente, então produzamos.
No mesmo ano, a criança viu que parecia louco, e era isso que ele queria ser nem que isso tivesse que mover o capitalismo que ele odeia, e ainda ser rejeitado pela sociedade.
E por ser julgado louco sem ser, ouvia gritos e falava pouco porque ele queria falar pouco como os gênios e ainda não provocar nenhuma briga familiar, afinal ser inteligente como ele queria ser é o maior orgulho para uma família, mas se torna louco é repulsivo. Daí ele ouviu tantos gritos foi tão mal julgado, tão repulsivo pelo seus pensamentos que a criança que ele se tornara novamente pensou em se matar e se drogar para fugir dos problemas que ele fazia de tudo para não ter, que vivia para evitar os problemas familiares.
E com poucas palavras se matou dias depois com essas palavras em um papel próximo a ele: A culpa é sua pai.
E seus pensamentos de criança que poderia revolucionar o mundo virou repulsivo porque ele era estranho.
E assim toda a psicanálise se aplicou a ele e a psicologia, e calar a boca e obedecer e ser certo custou uma vida porque fazer o certo e não falar para ajudar aos outros se tornou rebeldia voltada para prazer impulsivo que ainda ele sorrir no caixão e não se arrepender de nada, há não ser se matar antes.
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
?
Cada pensamento foi falho, mereço confiança?
Cada peça do jogo moveu erroneamente.
Cada tabuleiro foi virado.
Cada lágrima sempre foi em vão.
Cada esperança nunca existiu.
Sonhos, sonhos para que? Basear-se em ilusões?
Doce maldade, há algo mais doce que você?
Maldade devaneia do pensamento, meretirz entender do mundo, e inficada em corações podres que não servem pra nada, há não ser mentiras.
O que me resta?
Cada peça do jogo moveu erroneamente.
Cada tabuleiro foi virado.
Cada lágrima sempre foi em vão.
Cada esperança nunca existiu.
Sonhos, sonhos para que? Basear-se em ilusões?
Doce maldade, há algo mais doce que você?
Maldade devaneia do pensamento, meretirz entender do mundo, e inficada em corações podres que não servem pra nada, há não ser mentiras.
O que me resta?
terça-feira, 1 de junho de 2010
O que me restou se não a morte.
O que me restou depois de tudo, se não o cansaço.
O que me restou, se não a parte de mim que não existe.
O que me restou se não uma velha olhada na janela e um pensamento vago.
A beleza de tudo acabou em meus olhos.
O egoísmo virou o primeiro mal no mundo e o maior, e hoje a beleza é a segunda maior maldade.
O paraíso é esse, o mal, apreciem-no.
Completamente sã do que falo, do que penso, mergulhado em cada coisa do mundo, passando por um humano qualquer, e de fato sou, vivam seu própio paraíso, porque o paraíso chamado Planeta Terra reside a morte onde se anda todo dia sobre os mortos, onde se mata todo dia, se despreza, e se houver algo de bom, é só porque sem bom não existe mal.
Estou aqui catando cada coco, colhendo cada flor, olhando cada átomo, bebendo da água sadia do paraíso, estou infectado de mal, apreciem o paraíso. Vocês estão infectados com seus própios sistemas imunológicos.
We all are dead, e controlados durante mortos no paraíso.
O que me restou depois de tudo, se não o cansaço.
O que me restou, se não a parte de mim que não existe.
O que me restou se não uma velha olhada na janela e um pensamento vago.
A beleza de tudo acabou em meus olhos.
O egoísmo virou o primeiro mal no mundo e o maior, e hoje a beleza é a segunda maior maldade.
O paraíso é esse, o mal, apreciem-no.
Completamente sã do que falo, do que penso, mergulhado em cada coisa do mundo, passando por um humano qualquer, e de fato sou, vivam seu própio paraíso, porque o paraíso chamado Planeta Terra reside a morte onde se anda todo dia sobre os mortos, onde se mata todo dia, se despreza, e se houver algo de bom, é só porque sem bom não existe mal.
Estou aqui catando cada coco, colhendo cada flor, olhando cada átomo, bebendo da água sadia do paraíso, estou infectado de mal, apreciem o paraíso. Vocês estão infectados com seus própios sistemas imunológicos.
We all are dead, e controlados durante mortos no paraíso.
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