Se eu pudesse idealizar uma mulher, não seria tão perfeita assim.
Se Deus te criou, você ultrapassou o pensamento de perfeição dele.
Se a perfeição existe, ela te inveja.
Tanta beleza, as mulheres invejam, choram por ela.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
É hora de morrer,
Pois então que soem as trombetas
Pois então que algum país da américa do sul festeje
Então que concordem como a morte é boa e depois que morrer perceber não há coisas boas
Gritar e urrar os bons feitos por mim, que nunca existirão
Cantaremos as flores dos amores perdidos
Celebraremos a tristeza
Louvaremos a morte
Agora é a hora, a hora da morte
O otimismo morreu, o sorriso morreu, até a morte morreu
E todos foram felizes para sempre sem saber o que ocorreu
Então andaremos pelos vales encantados de ouro e pelas florestas que não existem
Aqui nem o nada existe
Nem a felicidade, nem a tristeza, nem a adivinhação, nem suposição
Aqui na morte, nem a morte existe, nem o nada
E aqui me residirei, na casa da eternidade, na minha verdadeira casa
A casa onde acaba tudo, aonde o tudo se reside a não ter casas, aonde o tudo nunca existiu, apenas aquilo que não sei, ninguém saberá, nem mesmo Deus adivinha o que acontece na morte.
Aqui acaba todas as batalhas, aqui tudo é desistido,e desistir é bobagem, pois que a bobagem me possua, e assim encontre aquilo que não é feliz nem triste.
Então eu morrerei, e tudo acaba, assim como memórias póstumas de Brás Cubas, eu adivinharei, e o vento será minha tristeza eterna que me criou uma tuberculose.
Morrerei nem mais nem menos que ninguém, apenas morrerei, sem medalhas, sem mim, sem Deus, morrerei sem grandes namoradas, apenas morrerei, só, apenas sem mim.
E pela primeira vez serei feliz, não terei batalhas, não terei vida finalmente
Pois então que soem as trombetas
Pois então que algum país da américa do sul festeje
Então que concordem como a morte é boa e depois que morrer perceber não há coisas boas
Gritar e urrar os bons feitos por mim, que nunca existirão
Cantaremos as flores dos amores perdidos
Celebraremos a tristeza
Louvaremos a morte
Agora é a hora, a hora da morte
O otimismo morreu, o sorriso morreu, até a morte morreu
E todos foram felizes para sempre sem saber o que ocorreu
Então andaremos pelos vales encantados de ouro e pelas florestas que não existem
Aqui nem o nada existe
Nem a felicidade, nem a tristeza, nem a adivinhação, nem suposição
Aqui na morte, nem a morte existe, nem o nada
E aqui me residirei, na casa da eternidade, na minha verdadeira casa
A casa onde acaba tudo, aonde o tudo se reside a não ter casas, aonde o tudo nunca existiu, apenas aquilo que não sei, ninguém saberá, nem mesmo Deus adivinha o que acontece na morte.
Aqui acaba todas as batalhas, aqui tudo é desistido,e desistir é bobagem, pois que a bobagem me possua, e assim encontre aquilo que não é feliz nem triste.
Então eu morrerei, e tudo acaba, assim como memórias póstumas de Brás Cubas, eu adivinharei, e o vento será minha tristeza eterna que me criou uma tuberculose.
Morrerei nem mais nem menos que ninguém, apenas morrerei, sem medalhas, sem mim, sem Deus, morrerei sem grandes namoradas, apenas morrerei, só, apenas sem mim.
E pela primeira vez serei feliz, não terei batalhas, não terei vida finalmente
domingo, 11 de outubro de 2009
Morte
Do que vale a pena morrer?
E saber tudo que eu fiz para morrer?
Puta sacanagem?
Normal, tudo em vão, toda felicidade, sonhos conquistados, em vão. Toda a Segunda Guerra Mundial, a explosão de Chernobyl, a cura do câncer, da AIDS em vão, tudo morre ou bagunça.
E agora José, João, Maria, Antônio, aliens, deuses? A luz não existe nem o escuro, nem a morte, nem religião, nem terra, apenas algo que não tem como saber.
E agora que não há festas, nem pessoas, nem você, apenas a morte vestida de bailarina dançando tango e surfando em uma tsunami dizendo: nada disso existe, nem a morte, apenas uma vida em vão para o vão da morte, onde não há vida nem morte, nem mesmo o nada não existe, nem deuses, nem amores, nem paraísos, nem sexo, nem coisas boas nem pecados, nem você.
Mas ainda se houver alguma esperança pelos otimistas, seria todos os deuses, inclusive os dos ateus, os dos anticristos com uma luz incandescente branca com um sombreado no fim de um túnel vizinho há um paraíso falando a língua dos que falam e dos que na ouvem nem sabem falar, dizendo: eu sou a morte dançando e dizendo nada disso existe, inclusive o nada não existe. É tudo moral para criar necessidade de religião ou deuses. E os espíritos? E o medo do diabo? E o mal? São todos bêbados que falem acreditem em Deus por isso nós existimos, aqueles que acreditam no otimismo não precisam de Deuses, mas hoje eles são o otmismo e vitória, então levam a pensar que precisamos.
E saber tudo que eu fiz para morrer?
Puta sacanagem?
Normal, tudo em vão, toda felicidade, sonhos conquistados, em vão. Toda a Segunda Guerra Mundial, a explosão de Chernobyl, a cura do câncer, da AIDS em vão, tudo morre ou bagunça.
E agora José, João, Maria, Antônio, aliens, deuses? A luz não existe nem o escuro, nem a morte, nem religião, nem terra, apenas algo que não tem como saber.
E agora que não há festas, nem pessoas, nem você, apenas a morte vestida de bailarina dançando tango e surfando em uma tsunami dizendo: nada disso existe, nem a morte, apenas uma vida em vão para o vão da morte, onde não há vida nem morte, nem mesmo o nada não existe, nem deuses, nem amores, nem paraísos, nem sexo, nem coisas boas nem pecados, nem você.
Mas ainda se houver alguma esperança pelos otimistas, seria todos os deuses, inclusive os dos ateus, os dos anticristos com uma luz incandescente branca com um sombreado no fim de um túnel vizinho há um paraíso falando a língua dos que falam e dos que na ouvem nem sabem falar, dizendo: eu sou a morte dançando e dizendo nada disso existe, inclusive o nada não existe. É tudo moral para criar necessidade de religião ou deuses. E os espíritos? E o medo do diabo? E o mal? São todos bêbados que falem acreditem em Deus por isso nós existimos, aqueles que acreditam no otimismo não precisam de Deuses, mas hoje eles são o otmismo e vitória, então levam a pensar que precisamos.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Preguiça: Virou Deus
Descobrir e gerar independência, e gerar a falsa liberdade, e morrer para se libertar, e depois denegrir a descoberta para gerar uma nova, e depois criar tempo se o tempo for pouco, e por mais difícil criar energia, só pra destruir, só pra renovar.
Estou cansado de não fazer nada o dia todo, e depois fazer o mesmo o dia todo, e por mais que eu faça tudo ainda é nada pois é o mesmo. E depois falar, o que está incluso na mesmice.
Coitada das cidades pacatas, das pazes, dos namorados limitados, dos organismos, tudo organizado. Pois que nasça Deus e bagunce tudo já que é o que ele precisa, organizar. E nós sempre bagunçados e preguiçosos e solteiros e loucos... E mais alguma coisa pela entropia.
Estou cansado de não fazer nada o dia todo, e depois fazer o mesmo o dia todo, e por mais que eu faça tudo ainda é nada pois é o mesmo. E depois falar, o que está incluso na mesmice.
Coitada das cidades pacatas, das pazes, dos namorados limitados, dos organismos, tudo organizado. Pois que nasça Deus e bagunce tudo já que é o que ele precisa, organizar. E nós sempre bagunçados e preguiçosos e solteiros e loucos... E mais alguma coisa pela entropia.
Romântico
Afinal como amor sem amor, se amor não existe e cotinuar amando sem amar já que ele não existe.
Só por brincadeira, amar sabendo que ele não existe, e repetir indefinidamente isso querer amar algo que não existe, ou seja querer existir o nunca existível. Não importa mesmo, mas importa é que eu quero mesmo sem existir e ser romântico só por um pouco.
Só por brincadeira, amar sabendo que ele não existe, e repetir indefinidamente isso querer amar algo que não existe, ou seja querer existir o nunca existível. Não importa mesmo, mas importa é que eu quero mesmo sem existir e ser romântico só por um pouco.
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