Do que vale a pena morrer?
E saber tudo que eu fiz para morrer?
Puta sacanagem?
Normal, tudo em vão, toda felicidade, sonhos conquistados, em vão. Toda a Segunda Guerra Mundial, a explosão de Chernobyl, a cura do câncer, da AIDS em vão, tudo morre ou bagunça.
E agora José, João, Maria, Antônio, aliens, deuses? A luz não existe nem o escuro, nem a morte, nem religião, nem terra, apenas algo que não tem como saber.
E agora que não há festas, nem pessoas, nem você, apenas a morte vestida de bailarina dançando tango e surfando em uma tsunami dizendo: nada disso existe, nem a morte, apenas uma vida em vão para o vão da morte, onde não há vida nem morte, nem mesmo o nada não existe, nem deuses, nem amores, nem paraísos, nem sexo, nem coisas boas nem pecados, nem você.
Mas ainda se houver alguma esperança pelos otimistas, seria todos os deuses, inclusive os dos ateus, os dos anticristos com uma luz incandescente branca com um sombreado no fim de um túnel vizinho há um paraíso falando a língua dos que falam e dos que na ouvem nem sabem falar, dizendo: eu sou a morte dançando e dizendo nada disso existe, inclusive o nada não existe. É tudo moral para criar necessidade de religião ou deuses. E os espíritos? E o medo do diabo? E o mal? São todos bêbados que falem acreditem em Deus por isso nós existimos, aqueles que acreditam no otimismo não precisam de Deuses, mas hoje eles são o otmismo e vitória, então levam a pensar que precisamos.
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