Eu como exemplo.
Tenho várias dúvidas se sou mais marcado minhas definições sociais por influência mais de pai ou mais de mãe, e acabei por alternar de como realmente sou definido a partir da infância, bom, cheguei a conclusão que acho mais que por parte de pai.
Analisando aos poucos, percebi que por mais que não goste de mãe, pai crítica por demais muitas ações, as vezes inclusive ações tolas que não precisam ser corrigidas(se bem que não sei se falo isso, porque se estou escrevendo é meu ponto de vista).
Direto ao ponto: O fato de pai criticar muito, e isso implica em alterar a voz ou até ridicularizar em algo que ele tenha razão(ele sempre tem razão), o que por eu ser tímido(acho que isso é genético porque sou assim desde criança) acabou por eu me reprimir, ou seja ter medo de cada coisa que eu faça, piorando a timidez, e sendo um medroso inibido, medo até de falar. Por isso não saio tanto de casa, e tal. Já a preguiça acho que é de mim mesmo, ou o medo pode me tornar ainda mesmo preguiçoso aos poucos.
Tem razão Jonas, a infância é o período mais importante de nossas vidas, é durante nela que começamos a entender quem somos, em que mundo pertencemos, o que devemos fazer, o que não.. etc. Também concordo com o que você diz pelo fato de às vezes eu me surpreender lembrando do meu passado, minha infância e pre-adolescência, e o tipo de pensamento é inevitável: "Se isso não tivesse acontecido, será que eu seria mais feliz? Não seria tão cabeça dura quanto a isso..."
ResponderExcluirÉ assim mesmo. Não dá viver sem pensar que algo poderia ser diferente. Acredito que tudo poderia ser diferente, e por isso mesmo é que devemos evitar pensar nisso. E as coisas que notarmos que ainda podem ser mudadas, devem tentar ser mudadas o quanto antes, para que não se tornem arrependimentos.
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