Do que valeu?
Do que valeu a vitória?
E se a vitória não valeu, o que importa?
Do que valeram as medalhas, todos as lágrimas, toda a dor para ganhar?
Do que valeu seu último suspiro antes de morrer?
Todos os seus prazerosos estudos, ou apenas para trabalhar, do que valeu?
Se suor, sua família, seu primeiro beijo, seu último, seu "amor" do que valeram?
O sim, o não, entre eles, do que valeram?
Todos os sorrisos, dores, sucessos, troféus, filhos nascidos, presidentes, e agora pra que?
Sua vida não faz sentido, nem sua morte, nem nada entre isso.
O tudo, ou o nada, ou algo entre eles, do que vale?
Seu grito, sua rebeldia, sua revolta, seu soneto, suas métricas, os soldados mortos?
Os grandes nomes, do que valeram?
Seu pai que morreu por você, ou seu avé que "ama" você, do que vale?
Seu 10 na prova, seu novo projeto da empresa, sua empresa, sair para beber?
Do que, pra que?
Suas pornografias, seus cabelos, sues olhos, sua vaidade, seu machismo, suas emoções, de que valeram?
Seus jogos, seus amigos(mesmo você conhecendo o mundo todo), de que valeram?
Você conhece a todos, namora as mais belas em todos os sentidos, e está só.
Do que valeu seu grito, seu Deus, seu atéismo, budismo, seu pilates, ioga, academia, seus livros usupadores de mentes, seus roubos em provas, seus roubos na vida real, o seu bom dia.
Do que valem?
Sua felicidade, sua tristeza, seu pensamento, sua fala, do que valeram?
Você está só e percebeu que nem nada, nem tudo, nem nada entre isso é seu.
Você sonhou inutilmente, bateu no peito dizendo que pertence a você, mas não pertence a você(mas sim ao universo), você paga e pensa que é seu.
Mas do que vale se mesmo assim fosse seu, você compra partes do universo?
Do que vale todo o seu doutorado, phd, e algo superior, os seu poemas lindo, sua alienação em qualquer coisa, suas horas de prazer, do que valem?
Está tudo na sarjeta, você é pura mente, aliás nem isso porque ela não foi construida por você, logo não pertence a você, não há resquicios que alguma coisa é sua.
Sua namorada, seus filhos, seus espermatozóides, seu óvulos, seu omoplata, sua genialidade, do que valem?
E agora do que vale você, do que vale todo esse pensamento, do que vale você resumido em palavras, do que vale os padres, os engenheiros, os estudantes, os mendigos, as armas, as drogas, a tv, as florestas, o lixo, as florestas, o meio ambiente, as casas, o quark, o espaço-tempo, o big bang, big crunch, sua física, seu orgulho por ser inteligente, por pensar que é você, seu orgulho por achar que tem um namorado(a), ou seu orgulho por achar que as coisas comprdas ou roubadas são suas.
Do que vale a tabacaria de Fernando Pesssoa, João e Maria de Chico Buarque, Desafinado de Tom Jobim, amar se aprende amando de Drummond, O capital de Karl Marx, as interpretação dos sonhos de Freud?
Seus sonhos não são seus, sua mãe, seu pai, seu "amor", seu sorriso, seu trabalho, suas belas pernas, seios, face, musculo, não é seu.
E agora do que vale? Tudo ilusão?
Não sei, mas do que vale suas bases, suas críticas para esse escrito, sua revolta?
Do que vale todas essas palavras com o português nojento e feito por um leigo, provocar mentes, jogar mentiras?
Não, mas sim para acordar a mentira de discurssos de todos, para acabar com a raça humana através da lógica, para críticas, para o que você acreditar, já que provavelmente isso morerrá aqui sem críticas, revoltas, ou tumultos.
Vai simplismente ser esquecido, sem ninguem reclamar, assim como essa prosa, com sentindo mas sem pessoas para opinar.
E agora do que vale tudo que eu escrevi, isso tudo, do que vale?
Me responda, do que vale a linguagem, a modificação de uma mente, a raiva, de uma mente?
Seus empregos estão podres, suas mentes foram abduzidas por casas, pela linguagem.
CADÊ VOCÊ?
VOCÊ NÃO EXISTE.
SEUS SENTIMENTOS SÃO PURA MENTIRA.
SUA FAMÍLIA DO QUE VALE?
SEU AMOR, CADÊ?
Aonde está todo o direito, a física, a ciência, os ciclos da socidedade para viver em tudo isso para conforto?
Aonde está eu no meio dessa confusão, eu que pensei para escrever, para criticar, eu que ouvirei más, eu que também alienado como todos, que "amo", que tenho família, tenho ídolos, sou estudante, eu o que sou?
Sei lá, muito menos sei de quem é esse escrito, ou se a mente de vocês irá guardar isso tudo.
Eu sei que eu não tenho nada, e me levo a pensar que nem a mente é minha, e por final nem tudo isso, nem mimha burrice, nem minha casa, nem o nada, nem o tudo, nem nada entre isso, nem as palavras.
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