segunda-feira, 26 de abril de 2010

Morto?

Suicida Ambulante
Agora a beleza não é descartável,
nem é usável. Que eu me cegue para não desejar beleza.

Suicida Ambulante
Aonde o mais inusitado, inovador,
criativo, belo, interessante e transcedente
NÃO IMPORTAM MAIS

Suicida, feliz suicida
sempre com a corda o enforcando
a corda das vozes que os cercam
A corda das ilusões de sua própia mente

Morto ambulante
Do que serve isso tudo, inclusive ele mesmo?
Uma vida, vista pelo olhos de um morto
O mundo está morto
PARA ELE

3 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. eu excluí o comentário e esquecí de fazer um novo...(muito lesa eu)Gostei dessa poesia, moço!>.< gostei do "Que eu me cegue para não desejar beleza" mas e aí...sem novidades? como assim? (querendo poesias novas!!!)
    O admiro(ando).
    bj ^^

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  3. Ana, comecei a postar mais poesias, qualquer coisa me diz, que coloco novas.
    Estou feliz que tenha gostado, se possível mostra a amigos para difundir meus escritos.
    Se gostarem cotinuarei a fazer, porque não tenho leitores, portanto não escrevo tanto, apenas por prazer mas posso cotinuar a fazer, caso tenha leitores.
    Tem novas....

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