Suicida Ambulante
Agora a beleza não é descartável,
nem é usável. Que eu me cegue para não desejar beleza.
Suicida Ambulante
Aonde o mais inusitado, inovador,
criativo, belo, interessante e transcedente
NÃO IMPORTAM MAIS
Suicida, feliz suicida
sempre com a corda o enforcando
a corda das vozes que os cercam
A corda das ilusões de sua própia mente
Morto ambulante
Do que serve isso tudo, inclusive ele mesmo?
Uma vida, vista pelo olhos de um morto
O mundo está morto
PARA ELE
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluireu excluí o comentário e esquecí de fazer um novo...(muito lesa eu)Gostei dessa poesia, moço!>.< gostei do "Que eu me cegue para não desejar beleza" mas e aí...sem novidades? como assim? (querendo poesias novas!!!)
ResponderExcluirO admiro(ando).
bj ^^
Ana, comecei a postar mais poesias, qualquer coisa me diz, que coloco novas.
ResponderExcluirEstou feliz que tenha gostado, se possível mostra a amigos para difundir meus escritos.
Se gostarem cotinuarei a fazer, porque não tenho leitores, portanto não escrevo tanto, apenas por prazer mas posso cotinuar a fazer, caso tenha leitores.
Tem novas....